Indie with the John

Foi editado hoje o novíssimo EP dos indie-alternativos Bravestation, “IV”.
para ouvires o resto, clica aqui

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O “Fox Den EP” dos Magic Man ficou concluído na semana passada após o lançamento do seu mais recente single Nova Scotia.
Um EP constituído por três músicas apenas, mas todas elas de uma grandiosidade imensa, carregadas de synths e batidas, tornando-as quase perfeitas em termos de vício para o nosso cérebro.
Este sem dúvida que é um dos temas mais apáticos, mais anémicos dos três existentes. Mas Atenção!!! Lá por ser anémico, não significa falta de ferro ou de outro qualquer mineral que o torne menos vermelho. Falta-lhe talvez um pouco daquela “pomposidade” existente entre Paris e Texas
mas que após três ou quatro audições, quando dermos por isso, estamos tão agarrados a ela que jamais a queremos largar.
Nova Scotia singe-se pelo mesmo padrão dos temas anteriores. Synths, batidas, versos e refrões cativantes [coisas bonitas], à excepção de um pormenor. Ao contrário dos outros temas, que encorajam a partida e o encontro com personagens fictícias francesas, Nova Scotia é o tema perfeito para quem acaba de conhecer o amor da sua vida duas noites antes de embarcar num voo para o outro lado do Mundo. É o tema capaz de nos fazer cometer uma loucura e tirar o bilhete da mão da hospedeira de solo, largar malas, cachecol e tudo que seja objectos e, correr para os braços do seu amor… 


Ouvir aqui o EP competo

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Pouco tempo depois dos Hands Out terem passado por aqui com Joy, tema que me fez circular e rebolar novamente em torno dos Five Day Forecast, o lo-fi e a distorção vocal do trio londrino está de volta. Lançam hoje o seu EP composto por duas músicas “Are You Impressed / Joy” que pode ser descarregado por apenas 1€ arredondado.

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Vídeo para o novo single dos M O N E Y, com Bluebell Fields.

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Night & Day dos The xx e companhia!

Ontem foi dia de Night & Day. Aquele que foi o primeiro de três eventos criados pelos The xx pela Europa fora.
Qual o sistema de funcionamento do evento? Primeiro foi uma entrada aos festivais de Verão. Depois, os The xx pegaram em alguns dos artistas que mais admiram e convidaram-nos para tocarem durante a tarde e noite do dia 5 de Maio nos jardins da Torre da Belém em Lisboa.
Para mim foi mais do que um simples gostar. Foi o facto de todos eles estarem associados ao novo estilo sonoro criado pelo trio britânico, fazendo assim a caminha com lençóis de flanela. Foi graças a essa cama bem feita, que finalmente consegui ouvir “Coexist” com ouvidos de ouvir.
Faltava-me esta “introdução” feita pelos vários géneros electrónicos que por ali rodaram.
Faltava-me aquele dubstep criado pelos Mount Kimbie, uma bela introdução pós Paus, o deep house criado por John Talabot, que acabou por tocar uma música com Jamie XX e Romy Madley, e por fim o fantástico [e um dos pontos mais altos da noite dada a minha gigante vontade de os ver] italian-synth-dance-pop aliado à electrónica dos anos 70/80 dos Chromatics que antecederam à representação dos The xx.
Posto isto, finalmente consegui perceber toda a ideologia criada por Jamie neste disco. Mesmo assim, não esperem que diga que este disco está maravilhoso. Não está! Longe disso. Tinha escrito esta coisa em Setembro (ler AQUI) e tal como tinha dito, sabia que mais cedo ou mais tarde iria dar a mão à palmatória, ou lá como se diz, continuando (atenção!!!) com a mesma opinião em certas partes do discurso.
Simplesmente agora tudo faz sentido. Parece que a banda se baseou, se influenciou nestas bandas que antes tocaram para realizar “Coexist”.
É tempo de recuperar o tempo perdido e aproveitar a boleia enquanto os meus ouvidos estão afinados para a coisa. 

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Mount Kimbie

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John Talabot feat Jamie XX & Romy Madley

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Chromatics

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The xx

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e ainda houve tempo de um “with love Ruth Radelet”. 


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São um trio de Glasgow e entram agora no panorama mundial musical. São os Prides e, apresentam-se como um verdadeiro synth.pop se deve apresentar. Catchy, viciante, riffs de sintetitizadores e batidas, fazem dos Prides uma banda sem medos nem receios. Limpos de som, apaixonados e uma voz tão açucarada quanto pegajosa, fazem frente a CHVRES e a uns MGMT sem quaisquer problema. “Venham eles que nós damos cabo de vocês!”. 

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Os minimalístas shoegazers de Tucson, Stucliffe Catering Co. .
Ouvir o resto e fazer download gratuito aqui.

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Passaram-se três anos e os Small Black estão de volta. Depois de em 2010 terem lançado o directo “New Chain”, sem grandes complexidades de modo a tornarem as coisas simples, ou se preferirem…minimalistas, os indietronics / chillwavers lançaram à coisa de três dias um novo single para celebrar o início de uma nova Tour. Fiquem por isso com No Stranger.

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Depois de em 2011 terem lançado o fantástico “Feel It Break”, os Austra estão de volta. Com lançamento de “Olympia” previsto para meados de Junho, os canadianos dão-nos a primeira amostra do que virá a ser o sucessor de “Feel it Break”, com Home. Um tema que recorre tanto à instrumentação electrónica dos anos 80 como de How Deep is Your Love dos The Rapture com a excepção da lírica voz de Katie Stelmanis. Esperemos que “Olympia” não desiluda!

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Vêm de Orlando e são os Saskatchewan. Lançam daqui a dois dias (30/4) o seu novo “Occasion”, que se caracteriza por um uma mistura entre o Dream-pop e o New-Wave e uma carga de mentiras expostas ao Mundo. 
Podem ouvir o álbum em streaming aqui no consequence of sound. Vale a pena ouvir, principalmente por hoje ser Domingo de manhã. 

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Não é coisa nova, mas apenas os descobri hoje.
São os M O N E Y, vêm de Manchester e são formados por quatro jovens músicos.
Lá por serem de Manchester, não significa fazermos obrigatoriamente certas parecenças com outras bandas, nomeadamente com os conterrâneos Wu Lyf. Sim, a sua sonoridade pode-se assemelhar e tal, mas não só neles os M O N E Y se ficam, passando também pelos Wild Beasts ou mesmo pela voz de Antony, mas sempre mantendo a sua personalidade.
Falar sobre a música dos M O N E Y, torna-se complicado. Demasiado poetas, por vezes apocalípticos, basta ir à página do facebook da banda e ouvir este tema (aqui), e com doses extras de mistério e enigmas para por resolver. Jamie Lee, vocalista, apresenta-se de voz tão angelical que por vezes nos parece que o fim do Mundo está para chegar (ouçam o link do facebook que vos deixei em cima e percebem o que quero dizer)
Deixo-vos So Long (God is Dead) e ouçam também The Sea 
 

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Esben & The Witch no Porto

Esben & The Witch ao vivo e a cores no Porto.
Depois de terem visitado o nosso país em 2011, ontem foi o regresso do trio britânico aos palcos portugueses. 
Confesso que mal cheguei ao local pensei que me tivesse enganado, ou no dia, ou na “sala”. Afinal de contas, sabia que haveria uma qualquer feira na exponor, mas não sabia ao certo…o quê!! 
Entro no pavilhão e..breakdancers, modelos, estilistas…vá..cenas e mais cenas! Tudo o que equacionava à não comparação de que dali a pouco tempo iria estar a tocar uma formação brutal!
Atraso no concerto. Ok…fico sentado, agarrado ao meu iPhone e a consumir tráfego da rede móvel. Vou-me pondo a par das novidades musicais, sentam-se duas beldades ao meu lado, dois dedos de conversa e chegam à conclusão de que estão no sítio errado. Não é o concerto que querem ver, mas sim um desfile de umas amigas no pavilhão ao lado. Continuo com a minha leitura. Farto de esperar, pergunto a que horas estava previsto o início do concerto “Ah..supostamente, estaria para começar às 21h30, mas está com atrasos…lá para as 22h.” Ora..dizia no bilhete “Esben & The Witch 21:00”. Ok então! 
Sento-me novamente na pequena bancada e, surge outra preocupação. “Okeei…espaço gigante, acústica zero, pessoal que está aqui e nem sabe para o que vem…está bonito!” (leves comparações com o horrível pavilhão atlântico foram inevitáveis).
Bem..lá chegamos às 22h e qualquer coisa e dá-se finalmente o tão esperado início. Levanto-me da bancada, vou para a primeira fila, ocupo e perturbo o espaço dos fotógrafos jornalistas. “Têm demasiado espaço, deixem-me estar aqui!” (lógico que não lhes disse isso). Tão simpáticos que eram, que se torciam todos para não me tirar do lugar e ainda assim conseguiam captar a melhor imagem do trio. Mais simpáticos ainda, quando estava eu a tirar fotos com o meu telemóvel, se baixavam para que não estragarem o plano. São uns fofos. Obrigado!!! 
Quanto ao concerto…conclusões! Uma grande surpresa a nível do som. Claro que não se podia pedir demasiado daquele espaço amplo, mas dentro das possibilidades até que foi bastante bom (bastante melhor do que o do pavilhão atlântico confesso). Tema que até discuti com Thomas Fisher (guitarrista). Diz ele “ya ya…meu quando aqui cheguei a minha reacção foi… WTF?? Mas as colunas até que estão bem situadas e mantêm o som fechado”.
A banda não desiludiu. Manteve o seu rock progressivo ao mais alto nível e, a doce voz de Rachel Davies em The Fall of Glorieta Mountain, manteve-nos tão quentes, que acabamos por nos esquecer por completo daquele cenário frio e desolador que é pavilhão 5 da Exponor.
Oprimeiro ponto alto da noite foi quando tocaram When That Head Splits (só me apetecia assobiar e ganir, mas como estavam todos calados [público], achei por bem não entrar nessa onda. Já me bastava estar sob o efeito da substância psicotrópica que é a música. Talvez por isso os fotógrafos tenham sido tão simpáticos) e o mais alto ainda e infelizmente o último, foi quando tocaram e encerraram o concerto, com a longa Smashed to Piece in the Still. Aquela que é tão cavernosa quanto o nosso pior pensamento.

O concerto cingiu-se todo em torno do seu último álbum, “Wash the Sins Not Only the Face” lançado em finais de 2012, sendo para mim considerado de inícios de 2013, pois apenas em Janeiro o comecei a escutar em condições. Torna-se por isso como um dos melhores discos para este primeiro trimestre até agora escutados.
Portanto, saí da Exponor com alívio de que não foi dinheiro mal gasto, tendo em conta o cenário exposto. Finalmente lambusei-me ao som dos Esben & The Witch, houve breve trocas de ideias com todos os membros da banda e ainda o bilhete autografado. Não está mal! Tudo isto por 6 euros!!! 

Fotos em baixo..

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Depois dos Wu Lyf terem acabado e me terem destroçado o coração, outros membros da mesma banda, decidiram juntar-se a outros membros de outras bandas, nomeadamente dos FAMY. Uma banda que, tirando a voz, até que se assemelhavam aos Wu Lyf [ouvir Dogg Dogg].
Decidiram criar (ao jeito dos Divine Fits ?) uma espécie de super banda. Qual o resultado final? Não se assemelham nem a um, nem a outro. O mais próximo que se pode obter será mesmo a parecença com a voz do vocalista dos FAMY, acordes femininos (?) não sei. Soou estranho. Funk, cenas dos anos 70/80, falsetes a torto e a direito…viraram-se para o lado pop e zimbas! Temos os Los Porcos, que me parece querem mais “jabardar” do que outra coisa. Deixam-se daquele lado sentimental e pesado que caracterizava tanto uma banda como outra, tornando-se leves, despreconceituosos e cheios de vontade de rifar e distorcerem as suas guitarras eléctricas! .      

A banda disponibilizou os dois novos singles.
Para ouvir o segundo, clica aqui

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A dinamarquesa Nanna Schannong lançou um novo tema e digamos que é no mínimo…massivo!! Uma combinação perfeita entre o post-rock, algo completamente diferente e um lado negro como se esperava ter, vinda lá do norte da Europa. Qual o ponto alto da música? Quando lá para o minuto e meio, a voz de Nanna apenas é acompanhada por uns simples e longínquos acordes de guitarra, até que no fim da canção  a instrumentação digna do post-rock rompe por completo toda a simplicidade criada ao longo de todo o tema.
Podem ver em cima o vídeo criado para o tema, Everything Seems Nicer In The Dark.

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